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MOSTRABLACK 2015 na OCA

Por Tiana Meggiolaro
segunda-feira, 15 de junho de 2015.
Em Feiras/Mostras, Pelo Mundo


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Neste ano, a MOSTRABLACK, com o tema “A Diferença Entre Ver e Olhar”, acontece na Oca, um espaço de exposições com mais de 10 mil metros quadrados, dentro do Parque Ibirapuera. Fomos conhecer de perto na semana passada, para poder contar um pouco para vcs !

Mais conceitual, a MOSTRABLACK 2015, com a curadoria de Sergio Zobaran, tem 15 espaços ocupados por um super time de profissionais : Guilherme Torres, Camila Klein, Carolina Maluhy, Debora Aguiar, Erick Figueira de Mello, João Armentano, Juliana Vasconcelos, Marcelo Salum, Marcelo Borges, Maximiliano Crovato, Osvaldo Tenório, Ricardo Bello Dias, Roberto Migotto, Suíte Arquitetos e Triplex Arquitetura. A proposta do conceito Black, é de uma criação livre, sem qualquer tipo de intervenção.

Além de investirem no luxo, os arquitetos da exposição reforçaram a importância do modernismo na arquitetura e no design do Brasil. Muitos profissionais buscaram referências nas décadas de 1950 e 1960.

O projeto do designer Felipe Protti foi pensado sobre os princípios da cenografia, com a intervenção do arquiteto Arthur Casas e iluminação de Maneco Quinderé. A mostra de 2015 demonstra uma preocupação ecológica, com projetos ligados à sustentabilidade, além de trazer uma parceria inédita com a Prefeitura de São Paulo, em prol de melhorias e da ampliação das áreas verdes do parque.

A mostra, de curta duração, ficará aberta até o dia 21 de junho, de segunda a sexta, das 12 às 22 horas. No fins de semana e feriados, abre das 10 às 22 horas. A programação também vai contar com exposições de arte e palestras diárias.

Não percam ! Vale muito a pena conferir !

 

MOSTRABLACK 2015

Data: de 03 a 21 de junho Horário: 12h às 22h

Local: Oca – Parque do Ibirapuera Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral – Portão 2

Entrada: R$ 100

 

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via : gazetadopovo

 

A chegada no espaço da exposição é super impactante, como em uma instalação de arte, com um clima industrial. Nos fez lembrar das ínumeras exposições que já vimos no circuito  de Milão. Cada container-caixote de madeira, é ocupado por um profissional, e ao longo dos espaços livres, acontece uma exposição de peças de mobiliário e iluminação.

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

Erick Figueira de Mello

O arquiteto carioca, criou um espaço leve, com a cara do Rio, e que mesmo sendo uma área interna, remete a áreas externas e jardins por conta das plantas e do clima criado. O conceito do projeto, é aproximar a aparência do teto e parede com a de dobraduras de papel leves, como os origamis japoneses. A madeira aparece como material principal – tanto nos móveis vintage do antiquario Teo quanto no mobiliário e objetos antigos de Arnaldo Danemberg. Erick recorreu a tons de cinza, preto e branco para compor as paredes. Segundo o arquiteto, a proposta é oferecer um espaço sem pretensão, onde as sensações de bem-estar e de aconchego prevaleçam.

 

 

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via : casa.abril

 

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via : clickinteriores

 

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via : casavogue

 

Ricardo Bello Dias

O conceito do espaço de Ricardo Bello Dias é inspirado em um filme mudo, dirigido por Buster Keaton em 1920, intitulado “One week” (em português, “Uma semana”). A ideia é criar um espaço onde o conceito do morar é subvertido: o visitante se vê em uma sala onde o piso e as paredes inclinadas, a cor das paredes e a presença de um pilar (onde fica o painel onde o filme é projetado) conduzem a uma sensação de estranhamento. Como no filme, a intenção é criar um ambiente onde não existem regras e leis e qualquer alteração de percepção da norma nos leva a refletir sobre a possibilidade de mudar o ponto de vista, de subverter as regras e de explorar novos caminhos. O arquiteto vê a casa como um laboratório interminável de experiências.

 

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via : casa.abril

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

Triplex Arquitetura

No espaço assinado por Adriana Helú, Carolina Oliveira e Marina Torre Lobo, o branco predomina, com detalhes em cinza e preto, criando um clima atemporal e simples desejado. O mármore branco piguês, na configuração chevron ou espinha de peixe é a base do banheiro, acompanhado por paredes de textura suave. A iluminação foi elaborada pelo prof. Mingroni, que já trabalhou com Niemeyer, e criou formas circulares no espaço: luzes que saem das bancadas e refletem nos espelhos redondos, lembrando a forma das janelas da Oca. Louças cinza e metais pretos da Deca, ambos no acabamento fosco, e bancadas de ferro ripado contrastam propositalmente com o branco.

 

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

João Armentano

 

O formato oval do espaço foi trabalhado a fim de caracterizar a ambientação como intimista e acolhedora. O tom escuro da madeira escolhida por João Armentano reforça esse conceito, tornando o ambiente ainda mais aconchegante. No mobiliário, o uso de peças únicas de diferentes épocas, combinadas com peças contemporâneas e somado à mistura de materiais e texturas, traz sofisticação e modernidade. As obras de arte de tons claros contrapõem de maneira equilibrada o tom predominante escuro do painel, formando pontos de luz.

 

 

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via : clickinteriores

 

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via : clickinteriores

 

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Guilherme Torres

O arquiteto inspirou-se na Oca e na época da construção do edifício (1954) para fazer seu ambiente. Foi um período de edifícios e casas de formas mais livres, mais funcionais e menos adornadas, acompanhadas por uma decoração de interiores mais despojada, segundo os princípios da arquitetura e do mobiliário moderno. Em quase todas as paredes desse espaço de 73 m² foi usado um revestimento de parede geométrico, azul anil em relevo da coleção Intrigue da Orlean, criando um super efeito. ” Como em quase todos os projetos do escritório, transpomos uma materialidade imponente e marcante. As cores tiveram como inspiração a tapeçaria em destaque, assinada por Jean Gillon “, conta o arquiteto.

 

 

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via : casa.abril

 

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via : arkpad

 

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via : clickinteriores

 

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via : casavogue

 

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via : clickinteriores

 

Suite Arquitetos

O ponto de partida para o trio Carolina Mauro, Daniela Frugiuele e Filipe Troncon na criação do espaço de 60 m², foi pensar em um projeto que dialogasse com as tendências da vida contemporânea. O conceito do Apartamento Black, é de um apartamento compacto no qual o luxo e sofisticação ressurgem de maneira inovadora. Materiais sofisticados, como o piso de madeira carvalho europeu e a parede em mármore branco Paraná, criam uma paleta de cor sóbria. Além das peças desenhadas pelo escritório, o mobiliário é um mix do design jovem brasileiro com o minimalista escandinavo. Destaque para as peças brasileiras : poltrona Bololó (Leo Capote), cadeira sete (Rahyja Afrange) e cadeiras Bind (Manuela Reyes). Entre as peças escandinavas, estão a poltrona Circle (Scandinavian Design) e acessórios (Acervo Brutto).

 

 

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via : clickinteriores

 

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via : casa.abril

 

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Roberto Migotto

Uma parede escultórica de estuque cinza, feita de gesso, cal e água divide o espaço do living e da sala de jantar. O desenho da parede curva proporciona o uso do sofá na mesma angulação e da sanca de gesso redonda, que é espelhada no tapete de desenhos orgânicos. O ambiente é inteiro revestido com papel verde-petróleo e recebe uma parede de fundo com cortina de veludo, tornando atmosfera mais escura e imprimindo certa dramaticidade ao projeto. Em contraste, foi utilizado mobiliário claro para iluminá-lo.

 

 

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via : casa.abril

 

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via : clickinteriores

 

 

Espaço Deca – Carolina Maluhy

Encontrar o equilíbrio entre o luxo e a simplicidade é a proposta do Espaço Deca, que une   detalhes e materiais com  traços sóbrios, pensados para expor as louças e metais da marca. As elegantes luminárias Lacrime del Pescatore, design Ingo Maurer, aliadas aos acabamentos de madeira rústica, exemplificam essa harmonia. O ambiente remete a um estar com mobiliário e paredes feitos com materiais quentes, como o veludo, o que configura a sensação de aconchego. Integrado ao espaço dos chuveiros, o jardim de inverno ressalta a função do ambiente: propiciar relaxamento e descanso.

 

 

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via : clickinteriores

 

Debora Aguiar

No seu Refúgio Urbano, como classifica a arquiteta, há uma mistura de metais nobres com texturas aconchegantes em camurças, couros, sedas e veludos. O equilíbrio de contrastes visa a sofisticação, conforto e bem-estar. “Idealizei o perfil de um casal de moradores sofisticado, viajado, colecionador de arte e antenado em tecnologia, mas, ao mesmo tempo, avesso a excessos e acostumado a receber”, explica Débora. Diferentes tipos de couro estão presentes em detalhes de alta costura e camurças revestem as paredes. As madeiras (nogueira natural) foram selecionadas para que os tons escuros contrastassem de forma harmônica com nuances de nude e fendi. Toques de cor estão em pequenos detalhes, como verde e azul-petróleo.

 

 

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via : casamix

 

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via : casamix

 

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via : casamix

 

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via : casavogue

 

 





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